"Oceans"

quinta-feira, 25 de julho de 2013

( ATUALIZADO! ) ESSA POSTAGEM VOCÊ DEVE LER E ENTENDER A SUA IMPORTÂNCIA: AS DUAS FACETAS DA VIDA DE UM CRENTE



Até suspeito que após lerem e ouvirem as duas canções em vídeo postadas logo abaixo da postagem, alguns torçam os narizes deixando sair um desabafo de que essa postagem não seja nada "espiritual". Entretanto antes de qualquer coisa eu desafio a qualquer um de vocês a dizerem que não conhecem nenhum caso de pastores, diáconos, membros de alguma igreja tido como "espirituaizões", super crentes, grandes pregadores, dizimistas, exemplos de membros de igrejas, cantores, "levitas", etc, que de repente uma notícia surpreenda a todos, que os fofoqueiros e fofoqueiras da igreja logo não espalhem detalhes de que a esposa do sujeito ou já deu ou está prestes a dar-lhe um pé no traseiro, acabando com o casamento, dividindo os bens e  pior os filhos!


Portanto tentarei de modo breve, abordar um assunto a meu ver relevante, importante. Inicialmente quero relembrar a Teologia de São Tomas de Aquino, que você não é obrigado a conhecer profundamente mas deve ter consciência do impacto dela na vida das pessoas e talvez na sua vida incluindo a qualidade de sua pressuposta vida cristã, mesmo se dizendo crente e não dando nenhuma importância para quem foi Tomas de Aquino.

Em linhas gerais a teologia aquiniana defendia dois andares, dois pisos, duas situações que não se comunicavam entre si, sendo na prática plenamente autônomas: o chamado andar de cima e o andar de baixo. O andar de cima tinha e tem a ver com as coisas de Deus e o andar de baixo com as coisas do mundo, seculares, normais, da nossa sobrevivência. Até aí apressadamente o amigo pode concluir que isso concorda com a declaração do Senhor Jesus, superiora em tudo ao que Tomas de Aquino podeira dizer: Dai a Deus o que é de Deus e a César ( o imperador romano da época) o que era de César.

Entretanto novamente são duas afirmações diferentes, sobre situações e objetos, focos diferentes. Jesus se referia à autoridade humana constituída para organização da sociedade em separação das coisas espirituais e divinas. A teologia aquiniana estruturou ao longo dos séculos no cristianismo uma visão errada em que às coisas espirituais não se aplicam nem a crítica nem a razão, portanto inquestionáveis mesmo que a realidade percebida desminta e torne ilógicos os dogmas, as explicações supostamente absolutas impostas pela igreja oficial e temporalmente de posse de um poder atemporal sobre reinos, reis e formas de governo. Logo se tornou essa teologia uma aliada do domínio de um certo tipo de fé sobre todos os demais saberes humanos., portanto um suporte errado para uma cosmovisão errática.

O protestantismo em todas as suas nuances rompeu com essa cosmovisão e embora as pessoas não saibam, fez a fé racional, passível de exame e escrutínio criando uma abertura para que a ciência confirmasse o que a fé declarava inicialmente e indo além naquilo que naturalmente não era, por motivos óbvios objeto da fé. Nessa nova fé todos os assuntos são vistos como assuntos de mesma importância e objetos de mesma dignidade aos olhos de Deus inclusive. 

Isso posto rapidamente desvios como uma aspiração demasiada e falsamente espiritual é algo irrazoável e espúrio. Um homem pode e é espiritual mas se casa, faz sexo com sua esposa e companheira, tem filhos, acumula riqueza, pesquisa e investiga fenômenos naturais, etc, enfim estão o tempo todo tentando entender a vida e alcançar objetivos legítimos diante de Deus e dos homens. Dessa forma no meio evangélico é igualmente anormal indivíduos, líderes que pareçam menos humanos, que falem de maneira não natural, que se vistam de maneira singular e também não natural, com maneirismos artificiais, etc. O crente, o homem e a mulher de Deus, são pessoas absolutamente normais, como as demais pessoas, com obrigações como pais, esposos, cônjuges, filhos, profissionais das mais diversas ocupações sem que como apenas religiosos tenham uma áurea de falsa espiritualidade.

DEPOIS DA TEORIA A PRÁTICA:

Para ilustrar isso de modo bastante prático, escolhi duas canções de dois cantores brasileiros. Uma foi criada apoiada no tema da outra. São duas crônicas em forma de canções que abordam dois lados necessários, no caso, do homem cristão, evangélico, crente. Na maioria das vezes muitos homens falham em uma das duas, ou menos espirituais de fato  embora religiosos, ou muito religiosos deixando a desejar como maridos, companheiros e amantes de suas esposas.

Embora eu tema que por preconceito e despreparo muitos nem terminem essa reflexão, ou terminem e não reflitam e avaliem o que está sendo colocado com o objetivo de edificar os irmãos  e também as irmãs, as companheiras e as pessoas que certamente sofrem quando o seu homem, falha de um lado ou de outro, espero que os que lerem essa postagem, reflitam nesse importante assunto e ouça as canções sem preconceito, entendendo que dois artistas diferentes as escreveram registrando dois aspectos diferentes da vida mas complementares. Ou seja não basta ser uma coisa e não ser outra, acertar em qualquer um dos dois aspectos e falhar no outro.

Com vocês as duas canções, abordagens importantes de dois lados do que deva ser o homem ideal diante de Deus com relação às suas companheiras e pessoas a quem Deus, espera-se tenham os unido em um só carne. A questão que se coloca objetivamente é portanto a seguinte: não há lugar para uma espiritualidade que pretenda transformar o crente, no caso da nossa análise rápida, do sexo masculino numa caricatura de homem. Encontramos ( no passado e ainda agora em várias igrejas, especialmente pentecostais )  homens e rapazes que dizem qualquer coisa intercalada por "Aleluias" e "Glória a Deus" sendo que a expressão sozinha, isolada, é tão fática como um Alô. Ou seja é sempre necessária uma atitude que lhe dê realidade. Da mesma forma um casal ou namorados crentes, seria algo bizarro e pateticamente cômico se esse rapaz dissesse a moça: "Aleluias" ( sempre inexplicadamente no plural ) e às vezes "Raleluias" (engraçado não? ) meu amor estou louco para te dar um beijo! Ou pior casados dissesse a esposa, ou recém esposa no leito de núpcias "Raleluias!" ... "Ra-le-lui-as!" "vamos transar logo minha amada!" Tira- "raleluias" logo sua roupinha" "Ralelui-i-i-as! " por que estou como o grande Rei Davi e Betseba no terraço do pecado!"

Estou brincando para demonstrar que essa "forçassão  de barra" para falsamente espiritualizar toda a vida já terminou em muitos desastres e continuará a fazer vítimas de desviados, infelizes de ambos os lados, fingidos, etc e as vezes pior: desviados por pouca coisa!

Há uma espiritualidade desejável que se chama piedade, justiça, crença na verdade, pureza e um exercício como bons mordomos que devemos ser, da própria relação natura, o que o apóstolo Paulo chama de uso natural da mulher e reciprocamente da esposa do seu marido.

Nesse contexto que estas duas canções que abordam dois lados da vida de qualquer um de nós, uma vida que devemos nos esforçar para sermos naturalmente segundo a vontade de Deus no plano natural das coisas e a vida de comunhão com o próprio Deus, no que convencionalmente julgamos ser a vida espiritual. na verdade ambas áreas constituem uma única vida.

O que tenho normalmente visto é um bando de crentes coando mosquitos e engolindo camelos, vêem facilmente erros em tudo o que os outros fazem, enquanto muitas vezes nem sabem o   que compor uma canção, gravá-la, fazê-la chegar às pessoas e que resultados bons ou nem tanto elas têm de fato na vida das pessoas. Tem gente que só avalia as coisas como se ele fosse o centro e o objetivo de tudo o que é feito  pelas demais pessoas. Você pode achar que não tem utilidade e nem edifica você, mas quem saberá se outra pessoa ouve e entende de um jeito, de uma maneira que você infelizmente por incapacidade é que não consegue entender e ser edificado?

Há uma postura como pregador, pastor, membro honrado de uma denominação, um homem digamos, com um postura, um jeito de ser, ESPIRITUAL? Sim certamente que sim, mas esse mesmo homem, esse mesmo ser humano tem outro papel que não pode ser diametralmente oposto, que não se reconheça nele um homem, um ser humano normal, carinhoso, brincalhão, companheiro, erótico sadia e naturalmente com sua esposa e sem usar o falso e patético botão "LIGA-DESLIGA", como se pudesse alternar entre ESPIRITUAL e CARNAL em um "clique". Muitos se enganam achando que a vida de um cristão, de um crente possa ser levada assim. Ou numa perna só de cada vez, ou só espiritualmente ou trocando de pernas à cada situação. Isso é impossível e todas as tentativas desse modo terminarão em patética ruína e temos vistos nas igrejas muitos casos desses, terminando em escândalo, vergonha e até perda da fé.

Pense nisso!


Desnecessário lembrar que devemos amar nossas esposas assim como Cristo amou a sua igreja e se entregou por ela e amá-las como a nós mesmos.

Que nosso Deus nos abençoe a todos.

Por Helvécio S. Pereira 

AS DUAS CANÇÕES


J. NETO / "Eu Sou Esse Cara"




ROBERTO CARLOS / "Esse Cara Sou Eu"






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sábado, 6 de julho de 2013

O CRENTE E A LIBERDADE RELIGIOSA ( E OUTRAS LIBERDADES )

Muitas, na verdade, não poucas vezes, em uma busca rápida, me deparo, e penso não ser somente eu, com postagens nas redes sociais e em páginas e sites da web, da guerra instaurada de irmãos contra irmãos, beirando o desrespeito, passando por provas de crassa ignorância, passando pela mais clara exteriorização de perversidade, de ações que só visam uma coisa: extirpar do planeta terra os oponentes teológicos, litúrgicos, etc.


As vezes, não por grandes diferenças, as vezes por grandes diferenças, as vezes por pequenas diferenças e mesmo objetivos, as vezes por pequena diferença e por objetivos diversos. Porém o objetivo é anular, calar e se possível extinguir com o / ou  com os oponentes materializados em instituições como igrejas, denominações, ministérios, etc, com a mesma impiedade de uma guerra em que a morte definitiva do inimigo é algo a ser comemorado.

Eu tenho uma série  de opiniões, um conjunto que delineia a minha cosmovisão que concorda com uma série de coisas e que do mesmo modo combate outras tantas, porém eu aceito como natural a existência das posições e ações as mais estapafúrdias possíveis. E a lógica é simples: se Deus permite ( e Ele não omisso nem tímido em Suas intervenções e juízos) , quem sou eu para fazer ou pensar o contrário?

Para não teorizar simplesmente, eu tenho um julgamento pessoal acerca do calvinismo, é erro e uma falha teológica e lógica grave, porém, não combato um calvinista ou os calvinistas para que deixem de sê-lo, pois a garantia de sermos agradáveis a Deus, e fazermos efetivamente a Sua vontade passa, de fato longe de qualquer posição teológica que possamos defender ou nos gloriar durante toda uma vida. Ou seja se o calvinismo estivesse certo o fato de todos os crentes e cristãos se tornassem calvinistas não seria garantia de fato que estariam todos no centro do agrado da vontade de Deus.

O contrário, também e logicamente verdadeiro: se todos se tornassem pentecostais ou neo pentecostais ou ainda outra posição doutrinaria e teológica que surgisse, a incerteza seria a mesma. Logo não é esse detalhe que nos torna melhores crentes e cristãos, embora pareça a nossos olhos que de fato seja.Quanta energia gasta contra irmãos inutilmente! E isso não é apenas uma opinião minha, ao redescobrir a redondeza da terra, é bíblica. O "Bom Samaritano" e a resposta da mulher samaritana a Jesus já são mais que suficientes para nos dar a verdadeira posição de Deus sobre o assunto.

Desse modo eventualmente em uma conversa casual, posso debater e apontar as falhas do sistema teológico calvinista, mas isso não é o mais importante, independente disso ou de outras questões um calvinistas pode ter uma vida mais agradável a Deus do que eu mesmo, e não será a minha doutrina, na minha visão mais correta do que a dele ou a dele melhor do que a minha que finalmente contará. O mais provável ( e acho que isso acontece na maioria das vezes ) é que graças ao nosso combate, deslealdade e maldade um com o outro é que ambos sejamos desqualificados diante de Deus e o próprio Deus trate use outros crentes, sejam calvinistas, arminianos, pentecostais, tradicionais, neo pentecostais em detrimento de nosso orgulho e presunção.



Eventualmente esquecemos tudo isso e eventualmente nos engalfinhamos em debates e ofensas inúteis, mas a questão é que sempre. ou quase sempre, manifestamos algo estranho que é ao invés de aceitarmos a existência do outro e apenas afirmarmos coisas e fazermos coisas que provem espiritualmente o nosso discurso teórico nos ocupamos na erradicação alheia, e pior de irmãos que apesar das diferenças superficiais, basicamente amam e crêem no mesmo Senhor e único Salvador.

Só há uma igreja, é ela invisível, não conforme com os limites institucionais e visíveis das denominações, concílios,  igrejas e lideranças e que para nosso bem e salvação devemos todos, segundo o Senhor, estarmos incluídos nela com todas as nossas diferenças ocasionais e de prática. O avanço e existência do cristianismo hoje se deve unicamente ao multiforme esforço de crentes bem diferentes e a citação de fatos e pessoas agora seria praticamente enorme. Ou seja crentes de confissões e praticas diferentes, que jamais se acertariam em uma simples conversa teológica, cooperaram e cooperam para que a verdade da Palavra de Deus se mantenha intacta e viva na sociedade moderna a despeito de tantos erros e apostasia.

Não somos cem por cento concordes em muita coisa, na verdade não nos suportaríamos sobre a mesma casa e teto por  muito tempo, e a convivência religiosa e espiritual se tornaria em pouco tempo insuportável segundo a nossa própria lógica. Mas felizmente o Senhor da Igreja não vê como nós mesmos nos vemos e não age e julga como nós mesmo nos julgamos uns aos outros.

Curiosamente Deus tem e sabe como agir no mundo dos homens. A primeira igreja batista no Brasil só se tornou realidade com o apoio de um  maçom e em uma loja maçônica foi de fato criada, em uma época que o catolicismo tinha todo o poder e influência para impedir que uma religião não católica pudesse ao menos existir. A liberdade religiosa no Brasil só se tornou realidade por ato de um político ocasional, o escritor Jorge Amado, adepto do Candomblé, e só pela aprovação de sua proposta há liberdade religiosa real no Brasil hoje, uma liberdade, diga-se de passagem exemplar para boa parte do mundo civilizado.

Logo, calvinistas, neopentecostais, arminianos, pentecostais, defensores da teologia da prosperidade, paraprotestantes, católicos carismáticos e o que alguém puder inventar ou tenham inventado como a igreja da "Santa vovó Rosa", "Cultura Racional", têm todos os mesmos direitos a existência, proselitismo, etc. Gostemos ou não. E não será o sarcasmo, o desrespeito, a zombaria pura e simples que fará ou deixará patente que o que dizemos, ou algo que alguém diga que seja imposto como verdade.

No caso de nós como crentes, com todas as nossas diferenças, anunciamos que Deus é o legítimo criador e Senhor e que o que é encontrado materialmente registrado na Bíblia Sagrada é a Sua fiel e verdadeira Palavra. defendemos quase todos, as vezes menos ou totalmente, o seu livre exame e interpretação, ficando a juízo de Deus o que será crido e feito a partir daí. Desse modo cada um pode conhecer ao Senhor e provar em sua própria vida a eficácia do que lá, nela, pode ser encontrado e posto a prova. O cristianismo é teórico, mas não só, as provas e os testemunhos pessoais o respaldam e são em última análise a prova definitiva e pessoal. O verdeiro crente e cristão não depende da sua denominação, de nenhuma liderança, e nem de nenhuma logica seja científica, histórica, teológica, etc. Em sua experiencia pessoal já experimentou e já obteve uma prova única e suficiente de que finamente encontrou a verdade. E isso não é presunção embora pessoas que não tem essa prova possa esbravejar e afirmar ser impossível isso. Todo verdadeiro crente sabe em quem tem crido, e que por mais que dúvidas e discursos tentem derrubar a sua fé, isso de fato é impossível.

O mais impressionante é que essa certeza absoluta não passa pelos detalhes teológicos, denominacionais e de tradição de uma denominação religiosa. é incrível que descontados o blá-blá-blá entre. por exemplo calvinistas e arminianos nascidos de novo, por suas diferentes concepções teológicas aprendidas pós novo- nascimento, não há diferença no amor e na confiança inabalável no Senhor. Por que isso? o que não entendemos simplesmente cremos e esperamos nEle.

Curiosamente o "mundo" se engana quando nos tem como inimigos de suas práticas pecaminosas, tentando com subterfúgios minar o trabalho, a credibilidade de alguma denominação e por conseguinte de todos os demais crentes. A igreja não pretende fechar e proibir prostíbulos e saunas gays, nem mesmo a famigerada "Parada Gay" pois sabemos que o Evangelho sempre salvará prostitutas, libertará viciados em sexo e fará sempre que um ou outro gay deixe de sê-lo. Nós como crentes nem devemos nos ocupar em salvar "o mundo", pois esse se reserva, a sociedade como fatal organismo destinado a decadência, mas sempre a salvar pessoas "desse mundo", como nós que já dele fizemos parte um dia.

A falha da igreja e dos crentes é justamente o de fornecer inadvertidamente munição a esse mesmo mundo contra os próprios irmãos e isso é de fato um erro grave. Quantos crentes postam na web gozações simplórias contra o bispo Macedo e contra o Silas Malafaia? Mas você diz em defesa: mas eles escandalizam o  "Evangelho"... que evangelho? Você acha que as pessoas deixam de ir para a igreja deles e  vão para a sua ao alimentar esse tupo de coisa? Oxalá fossem. Não vão nem para a deles e nem para a sua. Mas acaso estou a defender-los e isentá-los de qualquer coisa? Não, absolutamente não. Mas eles são são combatidos por serem mais conhecidos, e por serem invejados, infelizmente. Honestamente todo pastor gostaria que a sua mensagem alcançasse o maior número de pessoas e que minimamente a sua denominação crescesse materialmente. Só  que por não saber como, não compreender como, e achar que Deus conforme a sua concepção não deseja fazer nada além, nada acontece.

O fato é que no conjunto de coisas, gostando ou não cooperamos, ou podemos cooperar e colher frutos para o progresso do Evangelho se tivermos uma visão mais compreensíva dos fatos. No Brasil morrem cinquenta mil pessoas por ano, só por morte decorrente de disparo de armas de fogo, sem serem assaltos, apenas por violência ou desentendimentos e acidente domésticos. Por que citei esses dados? Porque simplesmente a Igreja de Jesus, o conjunto dos crentes que se sentem e têm o testemunho da salvação em suas próprias vidas, deveriam alcançar no mínimo esse número por ano!

A Igreja Batista de Lagoinha, em Belo Horizonte, após mais de quatro décadas tem cerca de quarenta mil membros! Uma certa igreja reformada, batista, após trinta anos tem quarenta membros! A Igreja Universal, estima-se, tem oito milhões de fiéis... se tomarmos todas as igrejas com suas diferenças e esforços múltiplos, embora o número de pessoas alcançadas pela mensagem básica e o convite a uma experiência pessoal com Deus e a fé no Senhor Jesus como Salvador, não atende ao número de pessoas mortas sem salvação de  suas almas no Brasil, isso em um país que faz parte do mundo ocidental  tecnicamente cristianizado.Por si só trata-se de um argumento simples que deveria nos impedir de gastarmos energia com o que efetivamente não traz benefícios espirituais reais a ninguém e nem edifica a nós mesmos.

Mas voltando a ideia inicial dessa postagem: não nos mostramos capazes e compreendedores do que significa liberdade religiosa e liberdade a ser aceita para o  que resiste ao Evangelho e vive no mundo e segundo o mundo. Aparentemente estranho que Jesus, nosso Senhor não tenha acabado em seus dias na terra com a prostituição, a escravatura, a prática do eunucado, a pena de morte e a teologia errada dentro da religião ideal e verdadeira ( no caso o judaísmo ) entre outras. A resposta é simples: o reino dele não era desse mundo, Nós não somos do mundo. Não iremos salvar o Brasil, mas pessoas dentro do Brasil, das famílias, nossas e dos outros. O Brasil e o mundo irão de mal a pior, vejam por exemplo os últimos terremotos e pequenos abalos sociais e políticos no Brasil.

Não mudaremos a sociedade brasileira para melhor, no máximo, haverá provimento para os "sete anos de seca" que virão, um atraso na derrocada final da sociedade, que no caso do Egito de José, durou mais cinco séculos, mas o grande Egito jamais se reergueu. O Brasil não será diferente mas a janela do Evangelho deverá ser mantida e briga e maledicência entre os que crêem basicamente as mesmas coisas, é um mal desnecessário. Aceitemos e liberdade que o Senhor mesmo dá a todos os homens, para crerem e para não crerem. Mas um outro diz: mas eu sou calvinista e abomino o livre-arbítrio... não acredito nele. Portanto mais um motivo para ficar na sua. Se o evangelho que você crê e prega aos outros puder alcançar alguém, amém, faça o que acredita. Cada um se esforce para dizer a alguém: vem, conheça a Deus e seja salvo. Pregue a Jesus Cristo crucificado e ressuscitado, a tempo e fora de tempo. Isso sim funciona, pois a Palavra de Deus, segundo ela mesma, não voltará vazia.

Que o Senhor nos abençoe a todos. Amém.

Por Helvécio S. Pereira

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